Amamentação na Primeira Hora, Proteção sem demora.
O tema da Semana Mundial de Aleitamento Materno, SMAM, propõe uma reflexão sobre a nossa cultura, sobre os rituais de separação de mães e filhos, e sobre a importância de repensá-los.
Quebrar antigos mitos e novos hábitos (como a permanência do recém nascido em berçário por algumas horas após o nascimento) contribui para a formação de vínculo, transição mais suave do bebê do meio intrauterino para o mundo e estímulo da descida do leite.
Minhas experiências:

Primeiro encontro, três horas depois
Quando Breno nasceu há quase 4 anos só pude amamentá-lo mais de 3 horas depois.
Ele nasceu e passou por vários procedimentos, ficou em observação no berçário.
Não puder sequer vê-lo, não pude senti-lo, conhecer seu primeiro cheiro, textura. Já o peguei banhado, vestido, enrolado, eu estava deitada, anestesiada, com soro, de camisola e cobertor. Amamentei de lado, com ele apoiado num travesseiro, eu não tinha bico. Foi emocionante, um momento muito aguardado, porém diante da minha imensa vontade de tê-lo e amamentá-lo foi triste e dolorido.

Alice mamando na banheira onde nasceu
Dois anos depois tive Alice num parto na água. Eu sonhava em amamentá-la coberta de vérnix e assim foi! Eu a peguei dentro da banheira e a levei direto para o peito, pele com pele, cheiros nossos!
Aproximei do peito aquela boquinha rosa, ela procurou o bico e sugou lindamente!
Me senti realizada, ligada à ela de todas as maneiras possíveis: pelo cordão que ainda pulsava, pela genética, pelo amor, pela alma e à partir daquele momento pelo leite!
Meu total apoio e incentivo à campanha, para que mais mulheres possam vivenciar este momento mágico.
O folder da campanha pode ser visto aqui
Quebrar antigos mitos e novos hábitos (como a permanência do recém nascido em berçário por algumas horas após o nascimento) contribui para a formação de vínculo, transição mais suave do bebê do meio intrauterino para o mundo e estímulo da descida do leite.
Quando Breno nasceu há quase 4 anos só pude amamentá-lo mais de 3 horas depois.
Ele nasceu e passou por vários procedimentos, ficou em observação no berçário.
Não puder sequer vê-lo, não pude senti-lo, conhecer seu primeiro cheiro, textura. Já o peguei banhado, vestido, enrolado, eu estava deitada, anestesiada, com soro, de camisola e cobertor. Amamentei de lado, com ele apoiado num travesseiro, eu não tinha bico. Foi emocionante, um momento muito aguardado, porém diante da minha imensa vontade de tê-lo e amamentá-lo foi triste e dolorido.

Dois anos depois tive Alice num parto na água. Eu sonhava em amamentá-la coberta de vérnix e assim foi! Eu a peguei dentro da banheira e a levei direto para o peito, pele com pele, cheiros nossos!
Aproximei do peito aquela boquinha rosa, ela procurou o bico e sugou lindamente!
Me senti realizada, ligada à ela de todas as maneiras possíveis: pelo cordão que ainda pulsava, pela genética, pelo amor, pela alma e à partir daquele momento pelo leite!
Meu total apoio e incentivo à campanha, para que mais mulheres possam vivenciar este momento mágico.
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